24 de ago de 2013

Ser e estar atleta: o que acontece quando acaba o ano competitivo - por Marília Coutinho



Dia 8 de Outubro, saí do tablado depois do último terra, em Villa Maria, Argentina, com 10 recordes mundiais federativos * conquistados na soma do Campeonato Sul Americano de Supino Raw, dia 7 de Outubro, e do Campeonato Sul Americano de Powerlifting raw, dia 8 de Outubro. Loucura competir nos dois, também acho. Desgaste tremendo. Só um porra-louca faz isso. Eu fiz.

Guardei meu cinto e fui fazer o que se deve : suplementar, hidratar muito e depois comer. Havia muito que fazer ainda : arbitrar os rounds masculinos não é pouco. Mas, nada de fazer isso sem estar alimentada. O tradicional sorvetão pós-triunfo dos anos anteriores foi substituído por uma forte refeição da excelente carne argentina. Para falar a verdade, duas refeições da excelente carne argentina com três horas de intervalo entre elas.

No dia seguinte, os rounds dos pesados. Mais trabalho, boa alimentação e suplementação. Muito sono reparador entre um dia e outro.

E onde está o famoso "off"? A gandaia e a orgia do lixo gastronômico? Não existem. Em menos de dois meses eu estaria subindo em outro tablado, nos Estados Unidos, desta vez para disputar o campeonato mundial. O último terra dos sul-americano marcou o início da preparação competitiva do campeonato mundial, com ênfase na recuperação. Recuperação se faz através de uma precisa estratégia nutricional, descanso e fisioterapia.

Uma semana depois...

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